sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Música animada ajuda a melhorar o humor

Olá, people!!! Como vão?
Saudades.

Bem, li recentemente um breve estudo e gostaria de compartilhar aqui com vocês.

Quem não gosta de música? Todos nós apreciamos uma boa música, claro que de acordo com o gosto musical de cada um. E por nos fazer sentir diferentes emoções, a música pode ser usada para combater algumas delas. É o que diz o estudo. Leiam! 



"Melodias influem nas nossas emoções e podem ser grandes aliadas para combater a tristeza, sugerem dois estudos publicados no Journal of Positive Psychology. Pesquisadores da Universidade do Missouri instruíram voluntários a tentar melhorar seu próprio humor enquanto ouviam música. Metade deles escutou composições de Aaron Copland, autor de trilhas sonoras de ritmo dançante; os demais, Stravinsky, criador de harmonias mais “sombrias”, segundo os cientistas. O primeiro grupo, como esperado, revelou melhora do humor mais significativa. Um grupo de controle que ouviu os dois compositores mas não foi orientado a tentar fica mais alegre não mostrou nenhuma alteração nas emoções.

Em outro experimento do mesmo grupo de pesquisa, que durou duas semanas, os participantes escutaram em laboratório todos os dias músicas “para cima”. Como observado no estudo anterior, os que foram instruídos a relacionar a melodia ao aumento do bem--estar mostraram níveis mais elevados de satisfação em comparação aos que só ouviram música. “Focar intencionalmente nossa mente em experiências positivas ajuda a nos manter mais felizes”, sugere a autora dos estudos, a psicóloga Yuna Ferguson". 

Junho/2013
(Nota da edição).


E tem mais! Olha o que diz esse outro estudo:

Música contra os sintomas da depressão


"A musicoterapia pode reduzir os sintomas da depressão, segundo revisão sistemática publicada pela Biblioteca Cochrane, organização mundial dedicada ao estudo da eficácia de intervenções terapêuticas. Os pesquisadores analisaram cinco estudos que avaliaram o uso da música no tratamento de pessoas deprimidas, dos quais quatro mostraram que o método foi mais eficaz que outras técnicas psicoterápicas que não usam recursos musicais.

“Embora a evidência tenha origem em estudos de pequeno porte, ela sugere que essa é uma área que merece mais investigação”, diz a arteterapeuta britânica Anna Maratos, coordenadora da pesquisa. O interesse pela música como recurso terapêutico não é novo, mas tem crescido nos últimos anos devido a inúmeras experiências que mostram a influência benéfica da combinação de ritmos, melodias e harmonias em uma série de transtornos psíquicos. Alguns bons exemplos estão no livro mais recente do neurologista britânico Oliver Sacks, Alucinações musicais, publicado no Brasil pela Companhia das Letras".







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