segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O Poder da Alegria

 Escrito por Mileni Barros
Psicóloga & Coach
Hipnose Terapêutica

Você sabia que a alegria pode ser desenvolvida e que você tem potencial para expandi-la dentro de si? Quando alguém passa por situações positivas e agradáveis, o cérebro estimula a produção de uma substância chamada dopamina, propiciando conexões neurais que estimulam a sensação de bem estar e alegria.


Todavia, sabemos que alguns fatores podem interferir na sensação de alegria, fazendo com que a pessoa não sinta satisfação e bem estar com frequência. Existem fatores explicáveis pela psicogênese, ou seja, origem e desenvolvimento dos processos psicológicos de cada indivíduo; pelos transtornos mentais e emocionais que também interferem nas sensações de alegria; e pelo ambiente em que o indivíduo vive. A depressão, por exemplo, é um transtorno psicológico que afeta significativamente as sensações de alegria, prazer e bem estar. Nosso objetivo é aprender a lidar com as emoções e equilibra-las diante das situações, pois todas são bem-vindas e fazem parte da estrutura psíquica do ser humano, desde a tristeza e o medo, até a alegria. Podemos exemplificar essa ideia através da compreensão do sofrimento humano, o qual podemos extrair grandes lições que fortalecem nossa capacidade pessoal, trazendo consigo considerável amadurecimento emocional.  Enquanto isso, a alegria tem o poder de contribuir nas interações sociais, promovendo motivação diante de dificuldades e amenizando o estresse e a frustração de momentos específicos.

O que as pessoas que são frequentemente alegres têm que outras que se julgam menos alegres não têm? Em linhas gerais, o que vai definir o maior número de sensações de alegria em alguém é a sua "visão de mundo". Algumas pessoas veem o mundo e o que nele há como hostil, duro, difícil, uma luta constante. Também veem as pessoas como traiçoeiras, egoístas e mesquinhas. Em contrapartida, existem pessoas que veem o mundo como algo natural em que elas mesmas têm que se empenhar para fazerem o melhor por si. Esta maneira de ver o mundo suscita melhor clareza e maior autorresponsabilidade, trazendo consequentemente, mais leveza e alegria de viver.